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Rosamaria: “Desejo escutar o Hino Nacional”

FOTO: MPIX/Arquivo CBV

Por Kenia Telles

Rio, 19/5/2021 – A última vez que Rosamaria defendeu a seleção brasileira de vôlei foi em 2018, e a um dia do embarque da delegação para a cidade de Rimini, na Itália, onde acontecerá a Liga das Nações, ela já conta as horas para voltar a vestir a camisa verde e amarela. A competição começará na próxima terça-feira, dia 25, e será realizada em sistema de bolha com a finalidade de proteger a saúde de todos os participantes em um ambiente seguro. O Brasil estreará contra o Canadá.

“Colocar o uniforme de treino e provar o de jogo já foi muito bom, uma sensação maravilhosa. Não vejo a hora de estar dentro de quadra, de escutar o Hino Nacional, que é uma emoção que só aqui a gente sente porque é realmente diferenciado”, afirmou Rosamaria.

A Liga das Nações reunirá 16 seleções e todas se enfrentarão na fase inicial. Classificam-se para as semifinais, que serão realizadas no dia 24 de junho, as quatro mais bem colocadas. A final e a decisão de terceiro lugar acontecerão no dia 25. Esta será a única grande competição antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

“Essa Liga será bem diferente de tudo o que a gente já jogou até agora. O fato de a competição ser disputada em um sistema de bolha será muito intenso, mais do que fisicamente. Mentalmente vai ser complicado. Estamos nos preparando para todos os desafios que vierem. Espero que seja um campeonato em que todas tenham a possibilidade de entrar e mostrar serviço. Será um campeonato para dar ritmo de jogo porque tem um ano que as seleções não se reúnem. Vamos voltar a jogar ao lado de companheiras com quem a gente não joga há muito tempo. Vai ser um aprendizado”.

A Itália é considerada a segunda casa por Rosamaria. Afinal, além de estar em processo de conseguir a cidadania italiana – seus tataravós maternos e paternos nasceram no país europeu –, a oposto da seleção brasileira disputará sua terceira temporada por lá, já que acabou de ser contratada pelo Novara – ela defendeu as equipes do Perugia e do Casalmaggiore nas duas últimas temporadas.

”Sempre considerei a Itália a minha segunda casa por ter uma identificação grande, por ter crescido no meio de uma cultura italiana muito forte. Sempre senti uma ligação profunda, e depois que passei a morar lá, vi que essa ligação é até mais forte do que eu pensava. É um país onde me adaptei muito bem e me sinto bem”, concluiu Rosamaria.

 Depois do Canadá, o Brasil terá a seguinte sequência de jogos na Liga das Nações:  República Dominicana (26/5), Estados Unidos (27/5), Japão (31/5), Rússia (1/6), Itália (2/6), Sérvia (6/6), Bélgica (7/6), China (8/6), Polônia (12/6), Alemanha (13/6), Tailândia (14/6), Coreia do Sul (18/6), Holanda (19/6) e Turquia (20/6).

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